“amar e mudar as coisas”
escrever poemas pra um só olhar
pra que ele guie,
veredas de mirar,
traços soltos
pra depois bailar
descompassado ao horizonte,
comunhão de nadas,
tudo o que restou sagrado,
foi em versos escrito,
pra depois seguir,
parado naquele dia em que escrevi,
e quando o poema é de uma mirada só,
a direção é invento,
amar é seguir o vento...
B.
outono.