Depois
depois podemos pisar no mato,
depois podemos deitar no ar,
depois podemos voar no deserto,
depois podemos olhar a chuva,
depois podemos tocar na noite,
depois podemos soltar as mãos,
depois podemos fechar os olhos,
depois podemos acariciar o traço,
depois podemos beijar as gotas,
depois podemos cantar aos deuses,
depois podemos derramar o vinho,
depois podemos despertar o dia,
depois podemos derramar a tinta,
depois podemos esquecer os sonhos,
...
mas só depois, porque agora só podemos amar.
Bernardo G.B. Nogueira
Este blog tem como objetivo a publicação, criação e discussão d'lgumas ideias e sonhos...ideias poéticas, filosóficas, romanescas, musicais, teatrais, cinematográficas, artísticas...e de vez em quando, jurídicas...
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Do amor
Do amor
Amor quando amor é sem perceber,
sem história de eterno amanhecer,
tem lá uma face sublime, e outra que arrebata,
e as duas juntas é que fazem feliz tanta ternura,
depois do olhar,
um par, de ases com asas juntas pelo amor,
Mas, amor só com vontade,
nada de coisas sem lealdade,
é que também não tem verdade,
nessas coisas de amor,
que é um tanto de coisas na verdade,
tudo cabe quando os olhos estão cheios de bondade,
não dá p’ra contar quando está amando,
ama-se também o conto que é ele mesmo o próprio amor.
quanto problema tem nesse tal de amor,
pois até quando aparece um novo,
amor,
a gente finge que não é só para querer de novo.
então parece que é assim mesmo,
de dia te quero em olhar,
de noite, te quero em lua plena,
da vida eu quero sempre procurar me distrair,
vai que eu não percebo e fico apaixonado.
Bernardo G.B. Nogueira
Conselheiro Lafaiete
23/01/2012
Amor quando amor é sem perceber,
sem história de eterno amanhecer,
tem lá uma face sublime, e outra que arrebata,
e as duas juntas é que fazem feliz tanta ternura,
depois do olhar,
um par, de ases com asas juntas pelo amor,
Mas, amor só com vontade,
nada de coisas sem lealdade,
é que também não tem verdade,
nessas coisas de amor,
que é um tanto de coisas na verdade,
tudo cabe quando os olhos estão cheios de bondade,
não dá p’ra contar quando está amando,
ama-se também o conto que é ele mesmo o próprio amor.
quanto problema tem nesse tal de amor,
pois até quando aparece um novo,
amor,
a gente finge que não é só para querer de novo.
então parece que é assim mesmo,
de dia te quero em olhar,
de noite, te quero em lua plena,
da vida eu quero sempre procurar me distrair,
vai que eu não percebo e fico apaixonado.
Bernardo G.B. Nogueira
Conselheiro Lafaiete
23/01/2012
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cumplicidade,
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